MCMV: Agora pode-se financiar imóveis com renda mensal de até R$ 9.000,00

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O mês de fevereiro foi de mudanças no programa do Governo Federal, Minha Casa, Minha Vida, que permite financiar imóveis para famílias de baixa e média renda.

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Nessas alterações estão novas regras que elevam o valor do teto salarial, para que famílias que se interessam em financiar imóveis pelo programa, tenham a chance de se candidatarem ao financiamento.

Antigamente, esse tipo de ajuda estava restrito às famílias com renda média mensal de até R$ 6.500,00. Sendo assim, quem ganhava a partir de R$ 6.500,01 já não conseguia o financiamento pelo programa. Agora, famílias com renda mensal de até R$ 9.000,00 conseguem o financiamento pelo MCMV.

O subsídio do governo também foi aumentado, nas faixas 1,5 e 2 do programa. Os limites de renda para cada faixa do Minha Casa serão:

  • Faixa: renda familiar máxima continua em R$ 1.800;
  • Faixa 1,5: renda familiar máxima passa de R$ 2.350 para R$ 2.600;
  • Faixa 2: renda familiar máxima passa de R$ 3.600 para R$ 4.000;
  • Faixa 3: renda familiar máxima passa de R$ 6.500 para R$ 9.000.

O Minha Casa, Minha Vida possui juros variados entre 5% a 9,16% ao ano, de acordo com a renda do comprador.

Quem não possuir renda mensal dentro dos limites mínimos do programa, pode compor com o cônjuge ou com um familiar.

Confira os empreendimentos que se encaixam no MCMV:

  • Harmonia – 51 – 77 m2. Clique aqui para mais informações.
  • New City – 40 – 49 m2. Clique aqui para mais informações.
  • New In – 40 – 50 m2. Clique aqui para mais informações.

Mudança no preço máximo dos imóveis

Em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, o valor subiu de R$ 225.000,00 para R$ 240.000,00. Nas capitais das regiões Norte e Nordeste, o valor mudou de R$ 170.000,00 para R$ 180.000,00, segundo exemplo citado pelo governo.

Em matéria no UOL Economia, o objetivo, segundo o governo, é estimular a economia do país e o setor de construção civil, sendo a meta do programa contratar 610 mil unidades em 2017, em todas as faixas. A mudança “amplia consideravelmente o número de pessoas” que podem ter acesso e “atinge a classe média”, diz o ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira. Segundo ele, os recursos disponíveis para financiamento imobiliário passarão de R$ 64,4 bilhões para R$ 72,9 bilhões – alta de R$ 8,5 bilhões -, com reforços, principalmente do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

 

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Sobre o Autor

Trabalha com Marketing Digital na Lopes Consultoria Imobiliária. Estudante do 3° ano de Publicidade e Propaganda no Mackenzie.

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